A CNTA junto com suas federações e seus sindicatos coligados, batalha para que as necessidades dos caminhoneiros autônomos espalhados pelo Brasil sejam de conhecimento de todos e recebam a devida atenção.
Com sua sede em Brasília, a CNTA realiza um trabalho que liga os três poderes (executivo, legislativo e judiciário) e também os entes privados visando o aprimoramento e a melhoria da condição de trabalho e de vida dos autônomos.

A CNTA acompanha pautas no Congresso Nacional para identificar propostas que impactam os caminhoneiros autônomos e defender seus interesses, contribuindo para políticas públicas mais justas para o transporte rodoviário de cargas.
A CNTA tem um setor jurídico especializado que acompanha questões legais que impactam os caminhoneiros autônomos. Esse setor atua na formulação de estratégias legais para a defesa dos direitos da categoria e na construção de um cenário jurídico mais favorável para os caminhoneiros autônomos.
A base para a atuação da confederação é permeada pelo trabalho realizado pelas entidades que a compõe, ou seja, por suas federações e sindicatos, que estão espalhados em todo território nacional. A distribuição estratégica das entidades e contato direto que elas mantém com a categoria, ajuda a CNTA a entender as peculiaridades regionais e as demandas específicas dos caminhoneiros autônomos em diferentes partes do país.
A CNTA trabalha em parceria com representantes, entidades e órgãos do setor de transporte rodoviário de cargas para discutir questões relevantes e promover políticas e medidas que atendam às necessidades da categoria. O objetivo é amplificar a voz dos transportadores autônomos e contribuir para um setor de transporte mais justo, eficiente e sustentável.
A Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos nasceu da necessidade de se instituir uma organização específica e legal da categoria. Assim como toda a trajetória dos caminhoneiros autônomos no País, a história da entidade também foi consequência de muito esforço e união. Em 1985 formou-se uma comissão de caminhoneiros, nascida de uma greve que marcou a história do transporte no Brasil. Esta comissão foi a voz da categoria na luta por melhorias que até hoje se fazem necessárias.

O grupo desvinculou-se do Sindicato dos Condutores de Veículos Rodoviários que agregava em sua grande maioria os taxistas, para formar a Associação Profissional dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens do Paraná, que atuava exclusivamente para os caminhoneiros autônomos. O trabalho do grupo aliado à força da categoria, culminou em 1987, no reconhecimento do Ministério do Trabalho na criação do SINDICAM-PR.

A partir de então a história dos transportadores autônomos ganhou um novo rumo. Em 5 de junho de 2012, a FENACAM, a FETRABENS e a FECONE, transformaram a realidade dos caminhoneiros autônomos ao se unirem para fundar a entidade de grau máximo na representação dos caminhoneiros autônomos: a CNTA.
Desde sua fundação, o trabalho conjunto da CNTA e suas entidades associadas gerou benefícios financeiros e laborais para os transportadores autônomos, incluindo a preservação de direitos como vale pedágio, estadia em carga e descarga, pagamento eletrônico de frete, e regulação do tempo de direção.. Além das conquistas, incluindo a redução da alíquota do imposto de renda de 40% para 10%, a reserva exclusiva de 30% dos fretes da CONAB, a isenção da cobrança do eixo suspenso, o Piso Mínimo de Fretes, a tolerância no excesso de peso em casos específicos, entre outros direitos e garantias.

Diumar Bueno vem de uma família de caminhoneiros autônomos e atuou durante anos na profissão. Desde 1985 trabalha na organização da categoria e na luta por melhorias ao autônomo. Diumar esteve à frente da formação do primeiro sindicato dos caminhoneiros no Brasil, o Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens no Estado do Paraná, em 1987. Ele também foi responsável por liderar a formação da Fenacam, em 2005 e, hoje é presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA).